domingo, 23 de agosto de 2009

36 certinho

Não tem nome, nem razão ou justificativa, nem motivo ou fundamento, não tem tempo nem limite, não acaba nunca porque não começou. Simples, livre, suave, intenso. Sem necessidade e por vontade demais. Todo amor do mundo, toda a urgência do mundo. Um caminhão desgovernado ladeira abaixo. A única certeza é a inconstância. Mais riso que suspiro. E é tão bom, tão doce, tão surreal. Num segundo impressionismo e no seguinte fauvismo em profusão. Eu, completamente entregue. Dele. A justa medida da cessão. Ele não sabe o quanto. Ainda bem. Voltei a ser dança. E ele é meu palco. Meu altar sem me prender.


Vocês trazem alegria para esta casa.

2 comentários:

Denise disse...

e vc me enche de sentires e emoção
sempre grata
carinho

Donana disse...

_)(*&¨%$#@!#$%¨&*()_(*&¨%$#@#$%¨&*(


LINDO!